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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Imaginação e improvisação em Stanislavski - Por: Sandro de Cássio Dutra

Geovana e Luciene numa improvisação sobre as drogas
Resumo: Mais do que qualquer outro teórico, Stanislavski tem exercido uma grande influência no pensamento e na prática teatral do ocidente no que concerne à atuação. Em seu ponto de vista, uma das principais tarefas do ator consiste em tornar explícitas as motivações da personagem que está representando e encontrar os meios pelos quais possa fazê-la se manifestar. Nessa tarefa criativa, a imaginação tem um papel crucial, já que, sem ela, segundo o teórico russo, não existe criação na arte. O exercício imaginativo representa o início do trabalho do ator, que, dispondo das circunstâncias para a improvisação, pode prosseguir, testando suas conjecturas em exercícios direcionados para a composição de
seu papel. 
Procuramos aqui apresentar algumas reflexões sobre os conceitos de imaginação e improvisação. Palavras-chave: Stanislavski, imaginação, improvisação, trabalho do ator. 
No final do século XIX e nas primeiras décadas do XX, o ideário que orientava a produção cênica e, particularmente, a interpretação do ator, foi combatido por Stanislavski. O diretor russo classificava como intuitivos, mecânicos, exibicionistas, convencionalistas e frios os trabalhos de seus colegas de arte. Reconhecia que, em muitos desses trabalhos, os clichês eram a base da interpretação. Assim, procurou elaborar um “sistema” que não só eliminasse o uso dos clichês, mas que, ao expressar suas idéias, pudesse excitar o ator, permitir a participação deste na criação, estimulá-lo a perceber a vida física e espiritual do personagem, fazê-lo interpretar de modo natural e vivo, dentre outros objetivos. Outra ideia que veiculava entre alguns diretores de teatro, contemporâneos de Stanislavski, era a noção de interpretação por meio da “inspiração”. Dessa concepção, o pesquisador russo reconhecia benefícios, mas não partilhava inteiramente do modo como era concebida, uma vez que não acreditava que a inspiração pudesse se manifestar em todos os momentos que o artista necessitasse, ou seja, ao seu bel prazer. 
E mais, o fato de ficar subordinado à inspiração significava abrir mão de métodos e técnicas para a criação cênica, contrapondo, desse modo, à possibilidade de se trabalhar profissionalmente o ator.
É importante lembrar que a principal fonte dos estudos de Stanislavski e de seu desenvolvimento teórico era derivada de sua própria prática criadora como ator, diretor e pedagogo. A cada nova ideia que surgia, o diretor russo testava-a, de imediato, na prática teatral, em seu laboratório, no Teatro de Arte de Moscou. Um dos objetivos que permeia seu sistema é o de dar respaldo ao ator “de modo que este possa criar a imagem correspondente a seu papel, revelando nela a vida do espírito humano, e personificá-la
.

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